Três
dias depois de ter elevado o tom das críticas ao Governo Federal, quando disse
que a presidente Dilma Rousseff (PT) poderia ter feito “muito mais” pelo país,
o governador Eduardo Campos (PSB), virtual candidato a presidente nas próximas
eleições, disse que a gestora e o seu partido não têm ouvido os aliados antes
de decidir sobre os grandes temas nacionais. As informações são do Diário
de Pernambuco.
“Não
é o perfil do PSB discutir eleições antecipadamente. Se fosse o caso, o partido
tinha todo o direito [de fazê-lo]. Eu não fui convidado para discutir
internamente a MP dos Portos. Fiquei quieto, calado, mas a população de
Pernambuco se preocupa e quer uma posição nossa. Tinha que me posicionar e fiz
isso apenas 15 dias depois [do anúncio do governo]”, ressaltou Eduardo.
As
críticas aconteceram durante a assinatura da ordem de serviço para construção
de um túnel em frente ao Museu da Abolição, no bairro da Madalena. Na
oportunidade, o governador voltou a ressaltar o crescimento de Pernambuco, que
ficou acima do registrado no restante do país, mesmo com a crise econômica.
Sobre
uma possível candidatura à Presidência da República em 2014, o governador disse
que “todos os partidos estão discutindo as próximas eleições e isso é
absolutamente natural e tudo vai ser externado no próximo ano. Temos que
trabalhar 2013, discutir para ganhar posteriormente 2014. Falar em eleição agora
não faz bem ao Brasil e ao governo da presidente Dilma”.
Gazzeta
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