O
Ministério da Saúde suspendeu o repasse de recursos para 35 municípios
pernambucanos destinados ao custeio de equipes do Programa Saúde da Família por
conta de irregularidades nos cadastros dos profissionais. No Brasil, 469
cidades vão deixar de receber as verbas atém a regularização dos problemas. A
maior parte dos municípios pernambucanos listados na portaria do Ministério
fica no interior, exceto pelo Cabo de Santo Agostinho, localizado na Região
Metropolitana do Recife. A portaria 318/2013, que determina a suspensão dos
repasses, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 4 de março.
“É
inadmissível o nosso município deixar de receber recursos, principalmente em
uma área tão prioritária que é a saúde, por falta de compromisso do poder
Executivo municipal”, denunciou o vereador do Cabo José de Arimatéria, cobrando
explicações do prefeito e do secretário municipal de Saúde. O parlamentar
também cobrou providências em caráter de urgência para solucionar o problema e
regularizar o mais rápido possível a pendência com o Ministério da Saúde.
Na
determinação da suspensão na transferência dos recursos, o Ministério alega a
falta de transparência nos repasses de verbas destinadas à Atenção Básica. Um
dos problemas encontrados seria a duplicidade no cadastro de profissionais do
SCNES. De acordo com o Ministério, só após a regularização dos dados os gestores
voltarão a contar com os recursos.
Confira a lista de cidades
pernambucanas que sofrerão suspensão no repasse:
Afogados da Ingazeira
Água Preta
Aliança
Altinho
Amaraji
Betânia
Cabo de Santo Agostinho
Carpina
Catende
Chã Grande
Custódia
Frei Miguelinho
Granito
Gravatá
Ibimirim
Itaquitinga
Jataúba
Nazaré da Mata
Ouricuri
Panelas
Pesqueira
Quixaba
Rio Formoso
Salgueiro
Saloá
São Benedito do Sul
São Caitano
São João
Serrita
Timbaúba
Toritama
Tupanatinga
Verdejante
Vertentes
Xexéu
Inf. Diário de PE
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