Ato realizado em Petrolina pelo PT para receber Odacy Amorim reúne várias lideranças politicas

Fonte: Portal Jornal do Commmercio/foto internet.

O auditório do Centro Cultural do colégio Dom Bosco, no Centro de Petrolina, recebeu na noite de quinta-feira (17), centenas de correligionários, lideranças políticas e comunitárias para o ato oficial de filiação do deputado estadual Odacy Amorim ao PT. Após anos integrando as fileiras do PSB, o parlamentar resolveu se unir, no último mês de setembro, aos petistas. E o tom dos discursos reforçou as declarações do presidente estadual da legenda, Pedro Eugênio, ao JC, na edição de quinta-feira, de que o deputado é o nome que pode unir a Frente Popular no município sertanejo, um dos mais importantes colégios eleitorais de Pernambuco.
“Odacy está pronto como político, preparado.
“Odacy está pronto como político, preparado.
E ele vem para somar, fortalecer nosso partido sobretudo nessa área do Sertão do São Francisco. É um homem de raízes simples e nada causa mais horror às elites do que homens assim como ele, simples e sonhadores. Nós o acolhemos verdadeiramente com a lealdade que sempre foi o patrimônio do PT, a garra de levantar bandeiras”, pontuou a presidente do diretório municipal do PT em Petrolina,deputada estadual Isabel Cristina.
Para o senador Humberto Costa, a adesão de Odacy Amorim ao PT não significa um racha na Frente Popular. Em seu discurso, o líder do PT no Senado falou em “debate político para construir uma candidatura que seja ideal para a Frente Popular”. O senador disse que o partido reconhece a importância de outros nomes que também são colocados como forças de oposição à atual gestão em Petrolina, a exemplo dos deputados federais Fernando Filho, Gonzaga Patriota e do secretário estadual de Agricultura, Ranilson Ramos, todos os três do PSB. “Mas é preciso também levar em consideração nomes como o da vereadora Cristina Costa, da deputada Isabel Cristina. O que tem que haver é a construção de uma unidade, todos conversando com o espírito desarmado. Odacy não vem para o PT para enfraquecer A, B ou C. Vem para construir”, destacou.
Mesmo sem dar nomes, Humberto criticou a gestão do prefeito Júlio Lóssio (PMDB). “Petrolina precisa de outro rumo. Não quero fazer crítica a ninguém, mesmo porque na minha vida pública sempre busquei atender bem aos prefeitos de oposição e situação. No entanto, basta olhar a cidade como ela era na época em que Odacy a governou e como está hoje. Por isso que precisa de um novo direcionamento”, observou.
O agora petista Odacy Amorim fez questão de frisar, mais uma vez, que resolveu mudar de partido para favorecer um melhor debate político. “O PSB é um partido forte, com uma grande liderança nacional que é o governador Eduardo Campos, mas em Petrolina eu percebia que era difícil se chegar a um diálogo. E se as coisas permanecessem assim, iríamos repetir o erro de 2008. Tomei essa decisão de ir para o PT. O partido tem bons nomes, tem história de lutas e a ideia é que possamos agregar forças. Sei que a batalha que vem pela frente é grande, posso me unir com qualquer um, a única coisa que peço é respeito. Petrolina vai voltar para as mãos certas”, disse, em tom de desabafo, se referindo ao fato de que, em 2008, quando era prefeito, teve que disputar uma prévia contra Gonzaga Patriota. O deputado venceu as prévias, mas foi derrotado na eleição.
Para o senador Humberto Costa, a adesão de Odacy Amorim ao PT não significa um racha na Frente Popular. Em seu discurso, o líder do PT no Senado falou em “debate político para construir uma candidatura que seja ideal para a Frente Popular”. O senador disse que o partido reconhece a importância de outros nomes que também são colocados como forças de oposição à atual gestão em Petrolina, a exemplo dos deputados federais Fernando Filho, Gonzaga Patriota e do secretário estadual de Agricultura, Ranilson Ramos, todos os três do PSB. “Mas é preciso também levar em consideração nomes como o da vereadora Cristina Costa, da deputada Isabel Cristina. O que tem que haver é a construção de uma unidade, todos conversando com o espírito desarmado. Odacy não vem para o PT para enfraquecer A, B ou C. Vem para construir”, destacou.
Mesmo sem dar nomes, Humberto criticou a gestão do prefeito Júlio Lóssio (PMDB). “Petrolina precisa de outro rumo. Não quero fazer crítica a ninguém, mesmo porque na minha vida pública sempre busquei atender bem aos prefeitos de oposição e situação. No entanto, basta olhar a cidade como ela era na época em que Odacy a governou e como está hoje. Por isso que precisa de um novo direcionamento”, observou.
O agora petista Odacy Amorim fez questão de frisar, mais uma vez, que resolveu mudar de partido para favorecer um melhor debate político. “O PSB é um partido forte, com uma grande liderança nacional que é o governador Eduardo Campos, mas em Petrolina eu percebia que era difícil se chegar a um diálogo. E se as coisas permanecessem assim, iríamos repetir o erro de 2008. Tomei essa decisão de ir para o PT. O partido tem bons nomes, tem história de lutas e a ideia é que possamos agregar forças. Sei que a batalha que vem pela frente é grande, posso me unir com qualquer um, a única coisa que peço é respeito. Petrolina vai voltar para as mãos certas”, disse, em tom de desabafo, se referindo ao fato de que, em 2008, quando era prefeito, teve que disputar uma prévia contra Gonzaga Patriota. O deputado venceu as prévias, mas foi derrotado na eleição.
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